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Metamorfose

Resolvi pintar o meu cabelo
Só não sabia se de azul, roxo ou vermelho
Não estava mais satisfeito
Com tudo

Acordei com vontade de raspar
Arrepiar
Colorir
Ou até mesmo aumentar
O meu cabelo

Pensei numa peruca
Mas não é mudança real
E eu continuaria fingindo
E mascarando meus incômodos
Com perucas por todos os cômodos

Quis uma real mudança
Quis e escolhi
Não queria roxo,
apesar de adorar

Não queria amarelo, azul nem vermelho
Muito menos verde, rosa ou branco

Me descolori e me reconheci
Não precisava de outras cores
Porque minha essência estava em mim
Eu só não soube encontrar a tempo

E agora tinha dúvidas
Dúvidas de quem eu era
E de quem passei a ser
Sou o mesmo por fora
Mas jamais serei o mesmo por dentro.
Porque me transformei
E a minha alma jamais conhecerá a água oxigenada.

5 comentários:

e como diz Zeca Baleiro, a ALMA NÃO TEM COR...

Flaviiiitcho! abass meu querido! te cuida rapá!

;)

12 de outubro de 2008 19:14  

A alma tem que ter cor mesmo...nada de descolorí-la...

E os cabelos? Fonte de transpormação sempre constante... mas para mim, mesmo neles é difícil...queria brincar mais!

Ah, final surpreendente sempre!

Bjus

14 de outubro de 2008 02:09  

Nada como mudar...

Bjo

14 de outubro de 2008 16:22  

Muito legal isso aqui.
Já vou por nos favoritos.
Parebéns pelo belo blog

15 de outubro de 2008 09:06  

te devo um texto!!! e tu me deve uma atulização aqui rapá!!!

abração!!

18 de outubro de 2008 15:24  

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