É uma alegria.
Você pega uma caneta, um lápis, uma pedra ou uma pena.
Que seja!
Você tem sentimentos e com o auxílio de toda essa parafernália
(e de idéias das mais viajadas às mais reais)
vai transferindo a sua alma pra o papel.
Um poema é uma alma que rima. Ou não.
Um poema é um sopro de prazer.
Um poema é um desenho de criança.
Um poema é tudo aquilo que nos faz sorrir.
O próprio sorriso é um dos mais bonitos poemas.
Um poema é um carinho quente que a gente guarda no coração.
Um poema é uma felicidade tão grande que te faz pular pra caber tudo.
Um poema é um monte colorido no qual podemos, ou não, distinguir todas as cores.
Um poema é um canto de um pássaro.
Um poema é tudo aquilo que a gente acredita que é um poema.
Peguemos nossas canetas, lápis, pedras, penas, gravetos...
Vamos riscar os chãos, os papéis, as paredes...
Vamos transferir nossos sentimentos pra que todos vejam.
Vamos fazer de nossas vidas o maior poema, o maior, o maior...
Feliz Dia da Poesia pra nós.
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Espero, enquanto desespero, uma solução.
Espero e nada.
E nada.
E nada.
Aparentemente me faço crescer.
Por dentro amadureço.
Por fora me destruo.
Nada me dá brilho aos olhos.
Nem ao coração.
Sem alegrias vou vivendo.
Vou esperando.
Desesperando.
Solução não vem.
E não me mostro a ninguém.
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Você chora.
Você passa as mãos pelos cabelos.
Você tem esperança de um dia ser alguém.
Você tem dúvidas, anseios.
Você tem desejos e responsabilidades.
Você tem uma vida.
Oh, homem.
Olha pra frente e me diz o que vê.
Agora, olha pra trás e me diz se valeu a pena.
Você chora, homem.
Você sabe que precisa mudar.
Você sabe que precisa amadurecer.
Você sabe, homem.
Você chora, homem.
Você precisa de um caminho.
Você precisa de alguém.
Você precisa de um conforto que seja.
Chore não, homem.
Vá viver, vá.
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Cecília adorava músicas e não tinha preconceitos. Seu computador era repleto de música para qualquer gosto. Seus amigos tambem gostavam muito de música, mas nenhum tanto quanto ela. Um dia, um de seus amigos lhe pediu um cd com algumas novidades. Ela já havia comprado alguns CD's virgens. Então fez uma seleção bem eclética e colocou o CD para gravar. De repente o programa lhe mostra a seguinte mensagem: "Este disco já está usado. Por favor, insira um disco virgem." Cecília ficou boquiaberta. Quem havia violado, corrompido seu CD?! E até hoje Cecília busca respostas.
PS: O nome da pessoa com quem aconteceu o fato não foi alterado para garantir sua segurança.
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Eu mergulho nos seus olhos do mesmo jeito que você megulha nos meus: sem volta.
Dizer "eu te amo" não é suficiente.
Então me calo e deixo rolar.
Vejo seus olhos se fecharem como que pedindo um ou dois ou mais beijos.
Fecho também meus olhos.
Não vejo, mas sinto tudo que você sente.
A gente se mergulha.
A gente se funde.
A gente não existe separadamente.
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Paulo sentia falta de muita coisa, até de coisas que nunca teve. Pra ele sentir falta era mais que sentir saudade. Ele não sabia explicar, mas era assim. Se saudade já era forte, imagine então o que seria sentir falta? Ele sentia falta de alguém que vivesse sempre com ele, pra conversar, pra querer bem. Pra fazer de um tudo. Então ele sonhou, sonhou, sonhou. E, com toda serenidade que possuía, nunca mais acordou, mas fez diferença.
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Depois de pouco caminharem, o menino olhou para todos os lados e não sabia porque deveria estar ali. Não sabia nem o que procurar. Foi quando viu alguém dobrar a esquina. "É ela!". Ele não podia deixá-la escapar mais uma vez. Correu e dessa vez a alcançou.
- Oi! Você deixou cair isso.
- Meu 7 de copas, muito obrigada é... é...
- Diogo. E você?
- Gabi. Mas você estava atrás de mim todo esse tempo?
- Não. Quer dizer, talvez. Mas é que me perdi de meus pais e fiquei andand...
- Peraí. Eu sabia que meu 7 de copas trazia sorte. Seus pais passaram na praça não tem cinco minutos. Perguntaram se eu tinha te visto, mas quando a gente se esbarrou nem prestei atenção em você. E...
- Di... Di? Diogo, meu filho, acorda!
- Ma-ma-mãe?!
- Sim, filho. Sou eu. Quem pensou que fosse?
- É... É... Deixa pra lá.
- É bom mesmo. Já tá quase na hora de sair pra sua aula. Vou terminar de fazer seu café e já te chamo.
Diogo bocejou, levantou-se, pegou o 7 de copas que guardava numa gaveta e sorriu.
Gabi veio de
http://galinhacrioudente.blogspot.com/2008/02/adeus-7-de-copas.html
Milla aqui mais uma vez...
http://galinhacrioudente.blogspot.com/2008/02/adeus-7-de-copas.html
Veja o blog dela. É inspiração. =]
- Maria, você colore as coisas! - falou entusiasmado.
- É, mas eu já colori tanto que hoje não consigo mais ver onde falta. Às vezes até pinto duas vezes o mesmo lugar.
- Maria, eu tenho o dom, eu sei ver onde falta cor.
Nesse momento, os olhos de ambos brilharam intensamente.
- Eu vejo onde falta e você colore. Vamos Maria, vamos salvar o mundo.
- Vamos! Vamos sim, Luis!
A mãe de Luis ficou triste, mas entendeu. Era a sua missão e os dois foram em busca de um mundo melhor.
*Maria é uma criação de Milla e pode ser vista em http://galinhacrioudente.blogspot.com/2008/01/olhou-para-um-lado-olhou-para-o-outro-e.html
Quero ser eu
Sei que posso
Sei que sou.
É inevitável se ser
Assim como é inevitável descontrolar-se.
Então me descontrolo!
E, às vezes, me finjo
Me tinjo de máscaras cor de medo
Não sou mais eu
Mas se ser é inevitável
E volto a mim.
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